sábado, 14 de julho de 2012
Não pensei que minha saída do Marrocos, fosse ter tanta repercussão. Era uma saída anunciada pois tentara anteriormente sem sucesso por duas vêzes, portanto não seria surpresa, pelo menos para os da casa. Mas chegar ao ponto de uma exposição via rede social passou dos limites, sem contar com o falatório que negativava minha pessoa, como tivesse eu cometido algum crime, ao procurar outro rumo, independente de com quem fosse trabalhar.Dediquei-me, enquanto lá estive, de corpo e alma, recebendo e-mails com pedido de músicas novas para os confrades cantarem, e não medindo esforços para satisfazê-los, porque música é o meu negócio e não se restringe às horas que passo no bar.Além do que, nunca destratei alguém, a não ser responder na mesma moeda alguma ofensa recebida .Também acho que aos 65 anos sou suficientemente capaz de tomar minhas próprias decisões sem precisar de consultor para isso, pois na hora de necessidade não bato à porta de ninguém pedindo ajuda, e olha que já precisei. Não sou de fazer conchavos, nunca fui de motivar grupos para denegrir alguém, e me favorecer. Houve sim, na minha opinião, uma boa dose de maldade, mas enquanto tiver saúde, vou seguir fazendo o meu feijão com arroz onde quer que aceitem minha arte, que não se restringe a cantar e tocar.
sábado, 9 de junho de 2012
É com muito pesar que tomei a decisão de me desligar do Bar
e Restaurante Marrocos.Terça-feira que vem dia 12, farei minha última
apresentação por lá na confraria. É uma pena que músicos do quilate de Salvador
Touguinha, Jorginho Domingues, Roberto Paz, Zê e Alexandre Rodrigues, tenham
que tocar para meia dúzia de pessoas, porque o público em geral que outrora tecia, e ainda tece elogios ao
talento dos citados músicos, virou-lhes as costas definitivamente. Muitos falaram que
era um absurdo o preço da cerveja, e também do couvert. Numa tentativa de agradar
a estes queixosos e trazê-los de volta, tomou-se uma medida drástica na qual
iríamos cortar a própria carne: baixar a cerveja, e pasmem, o couvert que é o pagamento pela arte que fazemos. Nem isso
foi suficiente. Ou a nossa música não é de boa qualidade, coisa que eu não
acredito, ou é pessoal , o que eu também me recuso a crer, mas são as únicas
opções que me ocorrem no momento.
Depois
de um longo período sem postar, volto a fazê-lo para dizer da satisfação que me
dá em ser músico quase 24 horas por dia. É claro que tem suas mazelas,
decepções e outras contrariedades mais, mas por outro lado o custo benefício é
muito alto, e um dos exemplos disto foi o show do Luis Valério na quarta-feira
última, dia 06 de junho, no Foyer do Teatro São Pedro. Foi estafante o número
de ensaios e as horas dispendidas nêstes, mas o show compensou com sobras,
muitas sobras. Nas companias de Salvador Touguinha, estupendo como sempre, e do
competente Cris Menezes, fizemos uma irretocável parede musical para que
brilhasse o talento inquestionável de Luis Valério, passeando sobre um
repertório nada convencional, mas nem porisso, e até porisso brilhante. Ao
final aplausos demorados do público em pé. Quer melhor do que isso? Eu não.
sábado, 28 de janeiro de 2012
BANDA EXPRESSO 21
Em uma de suas formações apresenta o trio composto por Zê ( violão/guitarra/voz ), Alexandre Rodrigues ( contrabaixo/voz ), Paulinho MacLaren ( Bateria ), que apresenta um repertório eclético que vai de bossa-nova, internacionais, passando pelo samba e samba-rock.
Zê , guitarrista, violonista, e dono de uma belíssima voz, atua na noite de Porto Alegre em casas noturnas, mas já passou por Argentina, Uruguai atuando em grupos, tais com Makumba Samba show ,inclusive gravando discos por lá.Em Buenos Aires trabalhou como reconhecido violonista e maestro brasileiro Paulinho do Pinho de grande prestígio no país vizinho.Aqui gravou discos com Expresso 21, Tributo a Bedeu, com o Grupo Cordas & Rimas, atuando como instrumentista e vocalista em inúmeras gravações.
Alexandre Rodrigues, compositor, produtor, arranjador, músico, trabalha na noite de Porto Alegre, tendo passado alguns anos trabalhando no eixo Rio/São Paulo. Autor de inúmeras músicas gravadas por Bebeto (ícone do samba-rock ) é autor da nacionalmente conhecida Angela, gravada por Neguinho da Beija-Flor,Belo , Agnaldo Timóteo e cantada em show por Roberto Carlos. Pertenceu ao mítico grupo Pau-Brasil considerado um dos precursores do samba-rock.
Paulinho MacLaren, beterista e percussionista, trabalhou com diversas bandas gaúchas ( Louca Sedução, Pura Cadência, Sambastral e tantas outras), e atualmente pertence a conhecida banda Se Ativa. Acompanhou artistas de projeção nacional com Bebeto, Délcio Luiz, Fundo de Quintal, Alcione, Max de Castro, Seu Jorge, etc.. É muito requisitado para gravações.
quarta-feira, 24 de agosto de 2011
Aniversário
Dia 29 dêste mês, uma segunda-feira, estarei, se Deus quiser, completando 64 anos bem vividos mais de dois terços dedicados à música. E é com música que comemorarei, no Bar e restaurante Marrocos, tocando com o Roberto Paz, Zê e MacLaren. A partir de 21 hs. Espero todos os amigos lá.
segunda-feira, 4 de julho de 2011
Tem coisas pelas quais vale a pena viver. A música tem me proporcionado ao longo dos anos, momentos inesquecíveis, e ela sempre me surpreende. Na noite do dia 30/06 fui acompanhar Maria Helena Andrade, esta magnífica cantora, que generosamente me deixou arranjar e produzir seu disco e sempre que pode me convida a acompanha-la, oque faço com imenso prazer. Foi no Studio Clio, no ENCONTROS COM O PROFESSOR,
no qual Ruy Carlos Osterrman entrevista um convidado e desta vez era o lendário Glênio Reis, que deu um show com suas tiradas espirituosas e muita vitalidade nos seus 83 anos. Eu realmente fiquei muito emocionado como não ficava a algum tempo, pois além do Glênio, o professor Ruy é também um ídolo meu. Para completar também presente no local sentado ao meu lado Holmes Aquino ícone do rádio gaúcho, o homem responsável pelo som da Rádio Gaúcha dêsde seus primórdios. Que noite!
no qual Ruy Carlos Osterrman entrevista um convidado e desta vez era o lendário Glênio Reis, que deu um show com suas tiradas espirituosas e muita vitalidade nos seus 83 anos. Eu realmente fiquei muito emocionado como não ficava a algum tempo, pois além do Glênio, o professor Ruy é também um ídolo meu. Para completar também presente no local sentado ao meu lado Holmes Aquino ícone do rádio gaúcho, o homem responsável pelo som da Rádio Gaúcha dêsde seus primórdios. Que noite!
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