sábado, 14 de julho de 2012
Não pensei que minha saída do Marrocos, fosse ter tanta repercussão. Era uma saída anunciada pois tentara anteriormente sem sucesso por duas vêzes, portanto não seria surpresa, pelo menos para os da casa. Mas chegar ao ponto de uma exposição via rede social passou dos limites, sem contar com o falatório que negativava minha pessoa, como tivesse eu cometido algum crime, ao procurar outro rumo, independente de com quem fosse trabalhar.Dediquei-me, enquanto lá estive, de corpo e alma, recebendo e-mails com pedido de músicas novas para os confrades cantarem, e não medindo esforços para satisfazê-los, porque música é o meu negócio e não se restringe às horas que passo no bar.Além do que, nunca destratei alguém, a não ser responder na mesma moeda alguma ofensa recebida .Também acho que aos 65 anos sou suficientemente capaz de tomar minhas próprias decisões sem precisar de consultor para isso, pois na hora de necessidade não bato à porta de ninguém pedindo ajuda, e olha que já precisei. Não sou de fazer conchavos, nunca fui de motivar grupos para denegrir alguém, e me favorecer. Houve sim, na minha opinião, uma boa dose de maldade, mas enquanto tiver saúde, vou seguir fazendo o meu feijão com arroz onde quer que aceitem minha arte, que não se restringe a cantar e tocar.
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